Se deseja dar a sua opinião sobre Luis Cília e a sua obra envie um mail

(leonardo.verde@gmail.com)

 

   excerto da canção: 

3a – Quando eu, amor

 

 

 

 

Quando eu, amor, ao certo em mim souber

que força te consente a minha imagem

e qual das dores que, nela, há por paisagem

te alegra, ao ser maior, e me não fere,

 

e porque o que de ti pura mulher

me é tão amargo em ventres de passagem,

embora os risos, que ouço maus, me ultrajem,

precisamente o amor com que eu tiver,

 

isento de maldade, o teu carinho

e o desses tristes ventres renovados,

e lembrem que não só por estar sozinho

apenas chora os seres nunca gerados,

 

ao certo saberei que imagem tenho

e a qual Amor, de mim a ti, eu venho.

 

 

Caixa de texto: "Sinais de Sena"

 

Caixa de texto: Poesia de
Jorge de Sena

Caixa de texto: luis cilia
 

Canções neste disco:

 

        <Anterior  -  Seguinte>

 

 

página inicial